Soeurs de Saint-Joseph de Cluny
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      Uma Congregação Missionária

Uma Congregação Missionária

A congregação das Irmãs de S. José de Cluny é atualmente composta por 2600 irmãs, repartidas em 57 países, 30 províncias que trabalham na educação, na saúde, na evangelização, na ação social.
Esta congregação de religiosas apostólicas é de direito pontifício.


No momento da morte de Ana Maria Javouhey

À sua morte, a 15 de julho de 1851, Ana Maria Javouhey deixa Irmãs de S. José de Cluny nos cinco continentes. Estas jovens religiosas exercem o seu apostolado de muitos modos: na educação, na saúde, na pastoral, sobretudo a favor de pessoas desfavorecidas.
A Congregação, sobre a qual a fundadora dizia que era « obra de Deus » e não a sua, continua a estender-se, a diversificar-se; cada vez mais acolhe Irmãs de origens variadas, implanta-se em novos países.

Primeiras estatísticas

As primeiras estatísticas feitas em 1852 indicam 142 casas, sendo 73 em França, com 1.221 Irmãs, das quais 876 em França. Ao longo dos anos as proporções invertem-se pouco a pouco, à medida que se abrem outros noviciados pelo mundo ou que alguns encerram.

As Irmãs de S. José de Cluny em 2015

Hoje, presentes em 57 países, as Irmãs de S. José de Cluny são originárias de cerca de 60 nações ou regiões; mais de um terço delas são indianas e, quase um quinto, africanas ou malgaxes.
Com uma grande diversidade de línguas, de culturas e de formação, com um grande leque de compromissos apostólicos, que evoluem de acordo com os apelos do tempo, a unidade da Congregação mantém-se pela vontade de cada Irmã de viver no seguimento de Cristo, segundo o espírito da Fundadora.

Em 2015 a Congregação conta com 2.600 Irmãs em 416 comunidades. Tem 76 noviças e 318 Irmãs de votos temporários.

63 comunidades na Europa

  • Escócia 1 comunidade
  • Espanha 9 comunidades
  • França 22 comunidades
  • Irlanda 5 comunidades
  • Itália 2 comunidades
  • Polónia 1 comunidade
  • Portugal 22 comunidades
  • Suíça 1 comunidade

153 comunidades na Ásia

  • India 145 comunidades
  • Nepal 6 comunidades
  • Filipinas 2 comunidades

117 comunidades na África e no Oceano Índico

  • Angola 30 comunidades
  • Burkina Faso 1 comunidade
  • Camarões 4 comunidades
  • Congo Brazzaville 7 comunidades
  • Gabão 2 comunidades
  • Gâmbia 3 comunidades
  • Gana 2 comunidades
  • Guiné 5 comunidades
  • Guiné Bissau 2 comunidades
  • Reunião 8 comunidades
  • Madagáscar 18 comunidades
  • Moçambique 6 comunidades
  • Níger 3 comunidades
  • Rep. Dem. do Congo 3 comunidades
  • Senegal 11 comunidades
  • Seychelles 4 comunidades
  • Serra Leoa 5 comunidades
  • Tanzânia 2 comunidades
  • Togo 1 comunidade

66 comunidades na América

  • Guiana 2 comunidades
  • Martinica 2 comunidades
  • Guadalupe 5 comunidades
  • St. Pedro et Miquelon 2 comunidades
  • Trindade & Tobago 8 comunidades
  • Santa Lúcia 1 comunidade
  • St Vicente 1 comunidade
  • Haiti 13 comunidades
  • Peru 11 comunidade
  • Granada 2 comunidades
  • Estados Unidos 3 comunidades
  • Canadá 1 comunidade
  • Brasil 7 comunidades
  • Paraguai 4 comunidades
  • Dominique 1 comunidade
  • Cuba 2 comunidades
  • Argentina 1 comunidade

18 comunidades na Oceânia

  • Austrália 3 comunidades
  • Fidji 3 comunidades
  • Ilhas Cook (Rarotonga) 1 comunidade
  • Marquesas 1 comunidade
  • Nova Zelândia 3 comunidades
  • Papuásia Nova-Guiné 3 comunidades
  • Raiatea 1 comunidade
  • Tahiti 3 comunidades

Provas missionárias

Não faltaram provas durante os mais de duzentos anos decorridos desde a fundação, a 12 de Março de 1807!
Epidemias mortais de febre-amarela na África,
ciclone e erupção vulcânica que mataram 36 Irmãs na Martinica,
expulsão das Irmãs missionárias em Madagáscar e, mais tarde, na Guiné,
leis francesas de laicização que esgotam as vocações vindas das 144 casas de França e das 137 casas das “colónias” encerradas às religiosas,
revoluções em Portugal e na Espanha,
guerras em vários países,
perturbações estudantis de 1968 na Europa, particularmente em França,
e, atualmente, falta de vocações e envelhecimento das Irmãs em alguns países…
A lista facilmente poderia continuar!

Motivos de ação de graças

Por outro lado, são numerosos os motivos de ação de graças:
beatificação de Ana Maria Javouhey a 15 de outubro de 1950,
renovação da vida religiosa depois do Concílio Vaticano II,
expansão das nossas comunidades graças às numerosas vocações locais, sobretudo na Índia,
o surgir de Associados desejosos de viver o espírito de Ana Maria Javouhey no seu compromisso de baptizados,
a dedicação e competência de numerosos leigos que querem continuar a obra de evangelização empreendida pelas Irmãs.
Nos nossos Capítulos Gerais e Conselhos de Congregação manifesta-se um cuidado cada vez maior da universalidade do Evangelho, da nossa presença junto dos pobres; isto inspira e orienta as nossas fundações recentes. Os envios das nossas Irmãs em missão não se fazem somente da Europa para os outros continentes, mas também de um continente para outro, do Sul para o Norte, do Este para o Oeste.
Através do mundo, as Irmãs de São José de Cluny continuam a procurar viver segundo o espírito de Ana Maria Javouhey e é isso que as mantém unidas e dinâmicas ao serviço da missão universal na Igreja.

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