Soeurs de Saint-Joseph de Cluny
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      Viver a solidariedade e o Cor Unum

Viver a solidariedade e o Cor Unum

Em Janeiro de 2010, um sismo devastador atingiu Haiti. Lembramo-nos todos da destruição e do sofrimento que se seguiram. Seis anos mais tarde, a Irmã Christiane Gervais, superiora provincial, partilhou connosco a alegria de abrir Santa-Madalena, um orfanato que fora construído e devia abrir as suas portas no momento em que foram atingidas pelo sismo.


«O internato de Santa-Madalena, com a idade de 123 anos, mudou-se do centro da cidade em 2001. Pouco tempo depois, iniciou-se uma nova construção, em Bourdon, situada entre Port-au-Prince e Petionville. A abertura estava prevista para Março ou Abril de 2010, mas infelizmente, o sismo de 12 de Janeiro destruiu tudo. Nenhuma perda humana, mas foi uma fortuna que desapareceu!

Depois desta catástrofe, a Província já não contava restaurar esta obra. E eis que uma antiga aluna da Trinidad (West Indies), Madame Paula HENRI, médica, se propôs para ajudar a reconstruí-la. Perguntou-se a si mesma: Que será destas crianças? Onde se encontram? E propõe-se então participar nas despesas. A Provincial disse-lhe que a Província não podia comprar um novo terreno porque tínhamos 8 estabelecimentos escolares e 4 residências de irmãs a reconstruir… Ela ofereceu-se para pagar o terreno…

Criou-se uma Associação «Haiti and Trinidad». As nossas Irmãs da Irlanda interessaram-se também por este projecto… empenham-se ao lado da Trinidad a fim de apresentar o projecto à Misean Cara que o aceitou… «Haiti and Trinidad» foi criada…entregam-se à recolha de fundos. Enfim, em 2013, o terreno foi comprado nas preferias da capital. Graças à generosidade da fundação Digicel, uma telefónica de origem irlandesa, à Misean Cara etc., a escola foi reconstruída. (20 salas de classe).

Em Setembro de 2015, a Escola começou com crianças dos 3 aos 14 anos, que pela primeira vez frequentavam um estabelecimento escolar. Eles são muito pobres e, na maioria, um pouco rudes. Foi a opção da comunidade para acolher esta categoria dos mais carenciados. As irmãs estão alojadas na administração porque elas ainda não têm a sua residência.

Enfim, graças à entreajuda da Congregação, uma ajuda de Proche (Organismo Eclesial das Conferências dos Estados Unidos da América Latina, de Haiti, instaurada depois do sismo), da “Ajuda à Igreja que Sofre” e outros parceiros e amigos, a residência das irmãs abriu novamente.

É um grande projecto e estamos no princípio! Falta o pavilhão das crianças, a Escola profissional, um galinheiro, etc.…

A presença das irmãs neste meio periférico da capital responde bem ao apelo do Papa que nos convida a aproximarmo-nos das periferias existenciais.
A Madalena retomou de novo, 6 anos depois do terramoto! Obrigada, meu Deus! Obrigada à Congregação! Obrigada aos nossos benfeitores! Viva a solidariedade e o «Corum Unum! »

Irmã Christiane Gervais, superiora provincial

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