Soeurs de Saint-Joseph de Cluny
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Ação Social

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  • 8 de Setembro de 2015
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A ação social efetua-se nos contextos da educação, da pastoral, das actividades de saúde e de uma maneira mais específica junto de certa categoria de pessoas, sobretudo as que são frágeis, oprimidas, cujas necessidades elementares não são satisfeitas. São normalmente mulheres e crianças.


As crianças

As irmãs vão em ajuda das crianças em perigo: órfãos, meninos da rua, vítimas da guerra, crianças maltratadas pela própria família, Organizam lares de acolhimento, distribuem alimentação e vestuário, dão a essas crianças possibilidade de se instruírem, de se formarem, de preparar o seu futuro.

A dignidade da mulher

Para a dignidade da mulher, as irmãs têm imensas actividades que visam em geral tornar as mulheres capazes de se bastarem e de terem o seu lugar na família e na sociedade. Através da educação e cuidados com a saúde libertam-nas da dependência que lhes é imposta pela sua sociedade e a sua cultura. Micro-projetos permitem-lhes desenvolver as suas aptidões em diversos sectores e melhorar as suas condições de vida. A constituição de grupos de mulheres que recebem uma formação e se ajudam mutuamente, leva-as a saber gerir o dinheiro e a progredir na realização de projectos à sua medida.

Refugiados, imigrantes e deslocados

Aos refugiados e deslocados, as irmãs levam-lhes uma ajuda que varia segundo as circunstâncias. Pode ser uma missão duradoira, como por exemplo na Índia com o Serviço dos Jesuítas junto dos refugiados nos campos organizados para os refugiados do Sri Lanka ou em Serra Leoa nos campos à volta da capital para os habitantes cujas aldeias foram destruídas ou não são ainda seguras. Junto de Pondichery as Irmãs visitam um campo de sinistrados do tsunami.

Em vários lugares é aos imigrantes que vêm procurar trabalho e melhores condições de vida que as Irmãs levam o apoio de que têm necessidade. Aliás, elas interessam-se por categorias de pessoas mais ou menos rejeitadas pela sociedade: castas (na Índia), ciganos, trabalhadores mal pagos. Assim, na Índia ajudam os condutores de ricochó a organizarem uma associação para defender os seus direitos e promover a sua formação. No Brasil existe um grupo de apoio aos trabalhadores manuais. Na Índia ainda, foi criada uma organização para proteger as jovens que vêm trabalhar como empregadas domésticas ou outros serviços, em casas particulares; as Irmãs seguem uma centena de jovens e são intermediárias, se há necessidade, com as famílias, oferecem às empregadas um lugar para passarem os tempos livres, se o desejarem, ajudam-nas a fazer o seu dote.

A justiça

Algumas províncias têm comissões de justiça, aliás uma ou outra Irmã está comprometida nas comissões paroquiais ou diocesanas de Justiça e Paz. Em alguns países as Irmãs desenvolveram projectos rurais e de desenvolvimento: cultura de árvores de fruto, pesca, apicultura ou criaram oficinas de bordados, de fabrico de sacos e outros objectos que dão a possibilidade de uma formação ou de um salário regular.

Por toda a parte, as Irmãs têm a preocupação de fazer progredir para a plenitude da VIDA as pessoas que encontram, de lhes dar os meios, de as acompanhar na sua caminhada.

Junte-se a nós na oração pelas nossas irmãs comprometidas nos ministérios de ação social e por todos os que precisam desses ministérios.

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